Pesquisar este blog

domingo, 2 de outubro de 2011

O ORIENTE É LINDO!

O ORIENTE É LINDO POR SI SÓ! NÃO CARECE COMPARAÇÕES



NÃO PRECISA QUE LHE EMPRESTEMOS NOSSOS PADRÕES...
NOSSOS CONCEITOS DE CLASSE E NOSSAS HIERARQUIAS, NOSSA CONSTANTE COMPETITIVIDADE E NOSSO OLHAR QUE DIFERENCIA O OUTRO DEPRECIANDO-O.
NÃO PRECISA DOS NOSSOS DUALISMOS, ONDE AS DIFERENÇAS CONFIGURAM A UNIDADE.


NÃO NECESSITA NOSSO RELIGARE, POIS NÃO VIVENCIOU O LATIM.
SEU PENSAR NÃO SE ORIGINOU NA GRÉCIA, PORQUE DEMOCRATIZÁ-LO?
COMPREENDEMOS REALMENTE SUAS IDÉIA DE TEMPO, RIQUEZA E HONRA?



AQUI, CONVIDO A TODOS, EM SEUS IDIOMAS E COM SEUS INSTRUMENTOS CONCEITUAIS, A ADENTRAREM O ORIENTE PELO ORIENTE, SEM SUBMETÊ-LO À INFERIORIDADE, SEM COMPARÁ-LOS COMO MELHORES OU PIORES A NÓS E SEM TENTAR LHE APLICAR PRETENSAS LIÇÕES, ATÉ PORQUE TEMOS MUITO A APRENDER COM OS ORIENTAIS!


PODEMOS DISCUTIR AQUI A ARTE, A CULTURA E A HISTÓRIA DO ORIENTE DE UMA FORMA ISENTA, IMPARCIAL, E NÃO HIERARQUIZEI OS SABERES CITADOS EM ORDEM DE COLOCAÇÃO NO TEXTO; JÁ ADENTRANDO A VIVÊNCIA ORIENTAL, QUE A HISTÓRIA NÃO SE SINTA INFERIOR OU SABER MENOR POR TER SIDO ESCRITA POSTERIORMENTE À CULTURA E À ARTE.




NÃO TEMOS COMPROMISSOS AQUI COM AS NOSSAS VERDADES, O ORIENTE POSSUI AS SUAS; NÃO TEMOS A OBRIGAÇÃO DE ASSUMÍ-LAS, MAS ESTAS TEM O DIREITO DE SEREM AO MENOS COMPREENDIDAS.


NÃO QUEREMOS NOS PROMOVER POR ARTIGOS MATERIAIS OU NÃO QUE ACHAMOS EXÓTICOS, EXCÊNTRICOS E "BONITINHOS"; QUEREMOS VIVENCIAR O ORIENTE COM OS NOSSOS INSTRUMENTOS E ACREDITAMOS PODER FAZER ISSO, APESAR DO VÍCIO EM UTILIZAR TAIS INSTRUMENTOS - LINGUAGEM, CONCEITOS, ETC., - PARA OBSERVAR O OUTRO INFERIORIZANDO-O QUASE QUE TÃO NATURALMENTE COMO TOMANDO UM CÓPO D'ÁGUA...


DA MESMA FORMA, NÃO QUEREMOS PARTIR AO OUTRO EXTREMO DA UTILIZAÇÃO DESTA INSTRUMENTALIZAÇÃO, COM OS NÃO INCOMUNS ENDEUSAMENTOS.
CONVIDO A UTILIZARMOS ESTE ESPAÇO PARA COM LIBERDAE OBSERVAR, VIVENCIAR, COMPREENDER SEM PRECISAR DESTRUIR. 
ENFIM,  PARTICIPAR!

FELICIDADES!


FILMES ORIENTAIS QUE VOCÊ NÃO PODE PERDER

NESTE ESPAÇO SERÃO COLOCADAS AS ANÁLISES - NÃO SINOPSES - DE FILMES QUE O RESPONSÁVEL PELO BLOG DESENVOLVEU. NÃO POSTAREI DETALHES PARA NÃO TIRAR O GOSTO DE QUEM DESEJAR ASSISTIR ALGUM FILME AQUI MENCIONADO.

MASSACRE NO BAIRRO CHINÊS

Elenco: Jackie Chan, Naoto Takenaka, Daniel Wu, Jinglei Xu, Bingbing Fan
Kar Lok Chin, Paul Chun, Jack Kao.
Título Original: San suk si gin
Origem: Hong Kong
Direção: Tung-Shing Yee
Roteiro: Tung-Shing Yee e Tin Nam Chun


Quem está acostumado a ver Jackie Chan em filmes ´de artes marciais, comédias e policiais, agora tem oportunidade de ver este grande ator num papel dramático e tenso, como o próprio filme. No entanto, é um filme que trata de questões reais e que foge aos padrões hollywoodianos de glamour. Até o barulho dos tiros é de verdade!


Pode-se dizer que se trata de um épico da pós-modernidade, abordando não apenas a questão dos imigrantes ilegais chineses no Japão, como também a da máfia japonesa, a das drogas e das gangues em Tókyo.


Quem vê o título do filme em português acredita até tratar-se de algo passado possivelmente em Chinatown. No entanto. o filme se passa no Japão.
E aborda questões importantes na atualidade. Outra delas - além das citadas anteriormente - é a da relação entre chineses e japoneses, que o filme também discute. A atuação de Jackie Chan é memorável!


Sugiro não lerem sinopses antes de assistir ao filme. As que lí parecem estar falando de outro filme que eu não ví. Acho que esses caras que fazem sinopse de filme trabalham assim: assistem uma parte, tomam uma cerveja, assistem mais uma parte, etc., e então escrevem que o Lobo Mau comeu a Vovó para pegar os três porquinhos vermelhos.

Bom Filme! 

O Mestre das armas

Elenco:  Jet Li (Huo Yuanjia), Li Sun (Moon), Shido Nakamura (Anno Tanaka), Dong Yong (Nong Jinsun), Nathan Jones (Hercules O`Brien), Brandon Rhea (Lutador alemão)
Título Original: Huo Yuan Jia
Origem: China, Hong Kong, EUA.
Direção: Ronny Yu
Roteiro: Chris Chow, Christine To.

Este filme de grande sensibilidade é muito mais do que um filme de Artes Marciais. É um episódio da luta de um povo contra o Imperialismo britânico, que desejava reduzir os chineses a nada. Destaca-se a figura do protagonista que dá o título original ao filme, na pele de Jet Li.
Na cena, há mais que uma luta entre um chinês e um japonês: a questão da honra é aqui motivo de debate, na forma intensa como os orientais a celebram.

A sensibilidade do tato na identificação da poética da vida, mais do que um simples semblante. Estas passagens são esplendorosas.
Quanto vale uma amizade para nós? Quais os seus limites? Qual o limite da compreensão e do perdão no verdadeiro amor entre as pessoas? Qual o limite da renúncia e da disposição de se doar pelo outro? Estes dois amigos no filme me fizeram questionar muito sobre estas coisas.

Mas, meu papel aqui não é de contar filmes, e sim de apresentá-los. Novamente, BOM FILME A TODOS!