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domingo, 28 de outubro de 2012

Tradição e Modernidade de mãos dadas

Somos credores de grandes nomes do Oriente que se sobressaíram como mestres por sua sabedoria, sua capacidade e, poderíamos dizer, seu "espírito de juventude". Contudo, preferiremos o termo "espírito a-temporal", simplesmente porque estas pessoas não observaram a vida apenas como algo que se inicia  com o nascimento e termina com a morte, e sim um fenômeno muito mais amplo, que envolve uma eternidade anterior e outra posterior. Então, o que é passado e o que é futuro? O que é novo e o que é velho? Ou melhor, quem é novo e quem é velho?












E o próprio Oriente, em seu cotidiano, nos revela intensas lições a respeito do tempo e nos convida a rever nossas convicções herdadas do racionalismo iluminista, que a tudo enxerga sob o prisma da razão. Muitas vezes tentamos imputar nossos conceitos aos orientais, chamando-os de irracionais por não partilharem de nossas opções de vida, principalmente no que concerne à dita "racionalidade" e ao "cientificismo". O curioso é o tremendo paradoxo: os ocidentais que tanto primam pelas novidades e vanguardas, e relegam o passado à Hiatória ou à morte, fazem todos os dias o culto apologético ao cientificismo do século XIX. Isto é incrível!
Preferimos, contudo, ilustrar o estilo de vida oriental, segundo os pressupostos que afirmamos anteriormente, ou seja, de uma valorização da vida em seu todo, integrando passado, presente e futuro!































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